| DIREITO DE RESPOSTA |
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No dia de 20 de Janeiro de 2012, o senhor Démis Almeida concedeu uma entrevista à comunicação social, assim, pela gravidade das afirmações proferidas na altura, vimos, no uso do direito de resposta que a lei nos concede, reagir da seguinte forma:
1. Este senhor afirmou que há um sistema de corrupção generalizada na ilha – Esta CM tem pautado sempre pelo exercício da transparência mas, se há um sistema de corrupção generalizada e, tendo em conta que é uma acusação gravíssima, desafiamos o senhor Démis a apontar o nome dos corruptos da ilha do Sal no local apropriado, ou então está a fazer uma denúncia para confundir a opinião pública. E, se for isso, remetemos esta acusação às instâncias competentes, o Tribunal da Comarca do Sal. Entretanto, os mais velhos já diziam: «diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és!»
2. Este senhor afirmou que há incompetência na CMS – Julgando nós que esta afirmação é dirigida à equipa camarária, queremos informar-lhe que os elementos que a compõem são técnicos com um vasto conhecimento, em várias áreas do saber e que fizeram a sua trajectória profissional através do concurso público, contrariamente a este senhor, recém-formado e chegado à ilha que, de imediato, sem concurso e sem qualquer qualificação específica na área, é o representante da CI, no Sal. Será desta forma que pretende combater a corrupção e incompetência no Sal? Relativamente aos salários em atraso, mencionado pelo senhor Démis Almeida, esclarecemos que, embora a presente conjuntura não seja favorável, devido à crise económica, a CMS sempre honrou os seus compromissos com os funcionários a tempo e hora.
3. Este senhor, afirmou que há atrasos de desenvolvimento da ilha em todas as áreas – Esta afirmação é de alguém que esteve e se mantém ausente, à semelhança dos seus orientadores políticos locais; convidámo-lo a visitar, com olhos de ver, e informar-se junto da população do Sal sobre aquilo que era a ilha do Sal durante a gestão do Paicv e o que é o Sal hoje na gestão do GIMS. Efectivamente, os atrasos verificados, em matéria de emprego e arrefecimento económico, são resultados não da política autárquica, mas sim, da ausência ou implementação de más políticas pelo governo central.
Rejeitamos qualquer tipo de política que seja de calúnia e difamação ou que incite os munícipes à violência e à desordem. Aproveitamos para apelar aos munícipes a não responderem às provocações dos adversários. A nossa postura, até hoje, tem sido de isenção, primando pela transparência, privilegiando a competência e a idoneidade a bem de todos os salenses. |







